Descrição
A chuva não dá trégua quando uma mulher desce na Plataforma 4, carregando apenas uma mala velha e uma lanterna. O relógio da estação marca onze horas, o último trem já partiu e, mesmo assim, ela tem a estranha sensação de estar sendo esperada.
Cartas amarradas com barbante, um diário de couro e um relógio de bolso parado no tempo guardam pistas de um crime que a cidade prefere esquecer. À medida que a névoa se espalha, ela percebe que cada passageiro esconde uma verdade, e que a estação guarda mais segredos do que trens.
Clara Meirelles constrói uma atmosfera densa e envolvente, com reviravoltas que prendem o leitor até a última página.



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